Instituto Missionário Kareebi
Testemunhos
O último Seminário de Vida no Espírito do ano

O último Seminário de Vida no Espírito do ano

Reunimo-nos como time para levar o Amor de Deus através dos ensinos, grupos de partilha, cantos e orações. Seriam cinco dias intensos com ensinos pela manhã e a tarde, terminando no sábado à noite com uma celebração de compromisso ao serviço cristão em suas realidades.

Um dos participantes, cuja esposa católica fiel e serva de Grupo de Oração, testemunhou: “Minha esposa há muito tempo vem orando por mim. Ela já me convidou várias vezes para participar deste seminário, mas eu nunca tive vontade. Ia com elas às vezes à missa, sem muita disposição. Estamos passando um momento difícil em família, e ao ver a postura dela que nunca se deixava abalar por isso, aceitei tomar parte deste encontro. Agora posso dizer: quanto tempo eu gastei longe da presença de Deus. Eu não sabia que era assim”, disse ele com o rosto transformado pela alegria que experimentara. “Quero que outras pessoas também experimentem”, concluiu.

Durante a semana, todos tiveram a oportunidade de confessar-se. Um jovem, que chegara com o coração bastante ferido pelas machucaduras causadas pela família, disse não estar preparado para tal. Depois da noite de oração pedindo a efusão do Espírito Santo partilhou: “Já não tenho mais nenhuma dificuldade. Se é possível, já posso me confessar” disse ele, com o coração aberto ao perdão. E acrescentou: “Tenho alguns amigos, que não estão fazendo coisas boas. Quero poder ajudá-los”. E pediu que ajudássemos sua gente, pois a maioria sofre como ele, por não perdoar os que lhes ofenderam.

A generosidade de Deus surpreendeu-nos. Todos nós fomos convidados à conversão, e em um período especial para que isto ocorra: o Advento. Certamente ajudou a todos a preparar, a abrir de par em par o coração para o Rei Jesus que vem. Marana-Tha. Amém, aleluia!

Seminário de Vida com jovens universitários (cidade)

Seminário de Vida com jovens universitários (cidade)

Estávamos com um grupo bem animado para levar a experiência do Batismo no Espírito Santo a alguns jovens de uma faculdade na cidade. Entre nós havia quem era da Inglaterra, Zimbábue, de Uganda e nós, as missionárias do Brasil.
Estes universitários estavam realmente interessados a fazer, durante sete dias depois do seu período de aula, uma experiência pessoal com Jesus.

Essa era nossa oração com eles, todos os dias, antes do ensino: “Pai, derrama o Teu Espírito sobre o teu povo, e nos conceda: uma nova visão de Sua glória, uma nova experiência do Seu poder, uma nova fidelidade à Tua Palavra, e uma nova consagração ao Seu serviço, para que o Teu amor cresça entre nós, e venha o Teu reino, por Jesus Cristo nosso Senhor. Amém!”

Foi maravilhoso! Ao ponto de um jovem manifestar o desejo de aderir ao projeto missionário do Brasil, doando sua vida. Em uma das noites, com total sinceridade no coração, cantamos nossa contrição de coração:

Jesus Cristo, eu penso sobre o Vosso sacrifício.
Tornastes-vos nada,
se derramou na morte
Muitas vezes, eu me maravilhei com o Teu presente da vida.
Eu estou naquele lugar mais uma vez.

E mais uma vez eu olho para a cruz onde morrestes,
Estou humilhado pela Tua misericórdia e quebrantado por dentro.
Mais uma vez te agradeço,
Mais uma vez derramo minha vida.

Agora Tu és exaltado ao lugar mais alto,
Rei dos céus, aonde um dia eu vou me inclinar.
Mas por agora vou me maravilhar na Tua graça salvadora.
Eu estou cheio de louvor mais uma vez,
Oh, estou cheio de louvor mais uma vez.

E mais uma vez eu olho para a cruz onde morrestes,
Estou humilhado pela Tua misericórdia e quebrantado por dentro.
Mais uma vez te agradeço,
Mais uma vez derramo minha vida.

Obrigado pela Cruz,
Obrigado pela Cruz,
Obrigado pela Cruz, meu Amigo.

(Música: Once Again, Matt Redman)

Testemunho Missionário: Uma missão de amor!

Testemunho Missionário: Uma missão de amor!

Há quase um ano atrás quando ouvi o chamado de Deus no I Encontro Mundial de Jovens da RCC em Foz do Iguaçu/PR, para deixar o Brasil em direção ao continente africano, não poderia imaginar o que isto significaria em minha vida.

Vim para Uganda – país do chamado – com o desejo de partilhar o amor de Deus que experimentei em minha vida. Anseio de testemunhar a possibilidade de uma vida nova, gerada a partir do encontro pessoal com Jesus. Vontade de servir meus irmãos africanos.

Antes de tudo encontrei-me com minha origem. Sinto-me em casa, com os meus. Por ser negra, a aproximação é ainda mais natural. Mas também me deparei com o horror do pecado social, que aqui nos parece mais visível e cruel. Crianças órfãs, vítimas dos conflitos. Milhares de adultos e pequenos sofrendo por causa do HIV. Miséria.

Quando você conversa com os jovens, é impossível não se comover. Histórias marcadas por lutas diárias de sobrevivência, passado cheio de traumas e feridas abertas. Muitos deles sem perspectivas de vida, sem sonhos.
Então, todo o meu desafio em relação à língua (tivemos que aprender o Inglês), comida, cultura em geral, tornou-se muito pequeno diante de tudo isso. Deu-me forças para enfrentar a morte de um sobrinho querido e o câncer na vida do meu pai, fatos sucedidos em família depois que vim pra cá.

Lembro-me uma vez que fomos fazer missão em um lugar muito pobre, visitando as casas e levando alguma palavra de esperança. A certa altura quis voltar para paróquia que nos acolhia, ir pro quarto e chorar. Chorar por causa da situação que presenciava. Aliás, as lágrimas aqui correm facilmente, porque muitos inocentes passam por grandes sofrimentos. É Jesus Cristo padecendo de novo no meio de nós!

Missionária Rita.

Fé que move corações!

Fé que move corações!

Fé, celebração, vida... Palavras que resumem para nós, missionárias em Uganda, a semana da conferência anual da Arquidiocese de Mbarara, que reuniu diversas expressões da Igreja no louvor, orações, cantos, pregação da Palavra de Deus e, sobretudo, na Celebração Eucarística. Crianças, jovens e adultos... Milhares de pessoas reunidas em torno de uma Pessoa: Jesus Cristo!

E para os brasileiros fica a dica: nada de reclamações ou murmurações. Quantas vezes nos queixamos do ônibus, do alojamento, das filas, dos banheiros, da comida, etc... Para esta conferência, muitos caminharam longas distâncias. Os que tiveram condições vieram amontoados em caminhões.

Lugar para dormir, com banheiros como os nossos, com água encanada e vaso sanitário? Nada disso. A maioria dos conferencistas dormiu ao relento, apenas jogaram alguma coisa sobre o chão e se cobriram como puderam.

Carregavam água para tomar banho e higiene pessoal e os que conseguiam usavam as poucas latrinas disponíveis.
Para este ano da conferência sentimo-nos tocadas de servir a alimentação às pessoas que estavam envolvidas nos serviços diversos. Sabe qual era a alimentação diária? Feijão, arroz e posho (uma espécie de massa branca feita a partir de farinha feita do milho). Uma vez ou outra tínhamos o matoke (massa feita da banana verde cozida), um pouco de repolho cozido ou um molho feito de amendoim triturado.

Para beber, nós que somos acostumados aos sucos, refrigerantes e cia, tínhamos água, que sempre precisávamos ferver antes de ser servida. Nada de água mineral. Tínhamos também alguns vendendo alimentação, mas para um grupo reduzido em comparação ao número de pessoas que estavam presentes. Contando com poucos recursos financeiros, os demais preparavam a sua própria comida, que previamente trouxeram de suas casas.

E não pensem que esta realidade afetou a alegria do encontro. De onde estávamos podíamos ouvir a vibração e entusiasmo. A cada pregação, um novo sopro do Espírito Santo. Um renovado ar de esperança.

E em meio a tantos conflitos que brotam no seio da mama África, foi no sábado, na noite luminosa, que rezamos por todas as nações. Declaramos Jesus como luz verdadeira. Um clamor pela paz, a começar em nossas vidas e famílias. Com representantes de outros países, já não éramos mais estranhos. Estávamos todos unidos pelo Amor. Amém! Aleluia!

Testemunho Missionário

Testemunho Missionário

“A evangelização deve começar pela oração, no clamor do fogo do Espírito Santo.” (Papa Francisco)

Para nós cristãos, sete é o número da perfeição e também é o número de meses que aqui em Uganda estamos. Sete meses de realizações e desafios.

Esta missão está em seu princípio. Há muito a ser vivido. E como até agora, só conseguiremos pela nossa união em Cristo. E orientados pelo nosso Papa, sabemos que temos de começar pela oração, no clamor pelo fogo do Espírito do Senhor. Vem Santo fogo consumir-nos em Seu amor.

Ah, amados do Pai, poder estar aqui tem sido um verdadeiro envio de conversão. Muitos são os fins à provação. Nesta terra de tribos, clãs, múltiplos costumes e arraigada tradição, um nobre propósito: promover a Cultura de Pentecostes.

Diante da realidade deste povo que sofre com a desolação; uma multidão de órfãos, viúvas, enfermos sem tratamento médico, jovens sem perspectiva alguma de vida, crianças abandonadas e uma infinidade de outras injustiças, acomete-me primeiramente um grande sentimento de indignação, este que é muito rapidamente convertido pela compaixão. Querer e poder amá-los e amar concretamente.

O Papa Francisco em sua homilia deste último Pentecostes disse que, “O Espírito Santo transforma e renova, cria harmonia e unidade, dá coragem e entusiasmo para a missão.” O pedido de meu coração é que cada um destes verbos proclamados pelo nosso pastor, ‘transformar, renovar, harmonizar, unificar, encorajar e entusiasmar’ possa encarnar-se em nossa missão.

E a todos que têm contribuído para o sustento e promoção desta missão, gratidão. Grata por você que se decidiu e se decide por ser um (a) conosco. Deus os abençoe!

Fabiany, missionária.

Entrega de Medicamentos

Entrega de Medicamentos

Concluíamos a nossa 1ª Campanha de ajuda aos portadores de HIV em Uganda. Foi uma benção! Tanto para os enfermos quanto para nós missionárias. Levamos a eles tanto a ajuda para recuperação física quanto alento para suas almas. Em ambas as etapas houve momentos de oração, louvor, pregação da Palavra de Deus e testemunhos. Um verdadeiro Grupo de Oração.

Um dos testemunhos na primeira etapa (Capela São Matia Mulumba – mártir ugandense) foi seguido de uma benção especial para os brasileiros que ajudaram na doação. Uma senhora de 44 anos, Kyasimire Lydia, que há 9 anos é soro positivo, disse:

“Eu quero partilhar com vocês minha vida. Eu tenho estado muito doente. Mas porque Jesus é minha esperança eu continuo aqui. Minha vida é terrível. Uma hora eu estou bem e na outra, doente de novo. Então eu oro ao Senhor e Ele me ajuda a recuperar. Penso que Deus ainda me quer por aqui e por isso Ele me mantém viva. Eu agradeço a Deus, por vocês amigos do Brasil, por nos amar e amar as nossas vidas. Que Deus abençoe vocês”.

Já na segunda etapa (Mwizi, Paróquia: Rwenyaga) tivemos uma grata surpresa: encontramos no mesmo local que temos como propósito para a construção da nossa base de missão, cerca de quase cem (100) pessoas atendendo a uma fervorosa tarde de louvor. Dentre eles, a maioria, eram as pessoas que estavam a esperar por receber os medicamentos.

Para vocês terem uma ideia, cada adulto toma diariamente – estamos falando só do coquetel de suplementos – seis (6) comprimidos. As crianças, que também foram atendidas, recebem metade da dosagem dos adultos.

Talvez o que não saibam é que a estrada que leva até Mwizi, local desta segunda etapa e vila atendida pela principal ação missionária, é bastante íngreme e perigosa (rodeada por montanhas). Em nosso retorno, fomos surpreendidas pela chuva. Consequência: estrada muito escorregadia e neblina. O carro que dirigíamos, já na metade do caminho, atolou.
E aquele povo que nós pudemos ajudar agora nos ajudava. Todos contribuíram para que a nossa jornada continuasse.

O louvor, até que chegássemos em casa (Mbarara) fluía com uma naturalidade incrível. Glória a Deus, aleluia!

Agradecíamos também aos brasileiros que, mais uma vez, generosamente colaboraram para que a vida continuasse e o nome do Senhor Jesus fosse exaltado. A Ele a glória e o poder pelos séculos dos séculos, amém.

Cadastro das Crianças – Parte II

Cadastro das Crianças – Parte II

"É Natal cada vez que você sorri e estende a mão para seu irmão"
Santa Tereza de Calcutá

Encontramos muitas crianças órfãs em que os pais morreram ou, na maioria dos casos, simplesmente as abandonaram e que estão sendo cuidadas pela avó ou algum tio caridoso. Em uma visita encontramos um garoto cujo pai é alcoólatra – outro grande sério problema por aqui – e sua mãe o deixou com a avó e nunca mais voltou. A avó partilhou conosco que muitas vezes ouvira seu neto pedir para ir à escola, mas ela não tinha recursos. Ao nos contar isso, começou a chorar, pois alguma ajuda tinha finalmente chegado para ela.

Outra mãe, 26 anos de idade, estava com quatro crianças pequenas para cuidar sozinha. Seu esposo estava na prisão e ela trabalha todos os dias arando a terra para os outros, recebendo um valor insignificante diariamente que usa para pagar o que o marido roubou na vila de outra pessoa. Casara-se aos 16 anos de idade. Alguém nos testemunhou que isto é bastante comum entre as adolescentes, pois não tem muitas perspectivas de vida nestas vilas pobres.

Em outra casa o pai estava visivelmente bêbado, e não sabia nem nos dizer o nome dos filhos. E o problema não era só o álcool: muito comum os homens terem por aqui mais de uma mulher. Alguns mantem a situação tendo mais de uma mulher como esposa, outros a mantem até certa altura e depois abandonam a mulher mais velha com os filhos e unem-se a mais jovem. Temos então muitas crianças, com muitos irmãos de mães diferentes. Na maioria dos lares visitados não encontramos qualquer responsabilidade paterna do progenitor.

Entre as 50 crianças cadastradas, para melhor compreensão, algumas estatísticas:
• 70% são meninas e 30% meninos: a dura realidade para as meninas, que são preteridas aos meninos quando a família tem a possibilidade de enviar alguém à escola.
• 56% são protestantes e 44% são católicas: confirma-nos ainda mais a presença da Igreja Católica nos trabalhos sociais. Aqui é comum que junto à paróquia tenha uma escola administrada pela mesma.
• 78% estão entre 3 a 9 anos: idade da iniciação escolar aqui em Uganda. Muitos já estão tardios, passam dos 40%.
• 80% nunca foram à escola: os outros começaram, mas precisaram parar por não terem condições.

Podíamos, a partir do cadastro, ter outras informações relevantes, como o número de crianças órfãs e as que estão acometidas pelo HIV. Porém estas são informações que teremos mais cuidado para divulgá-las. Tudo foi devidamente autorizado pelos seus pais e/ou responsáveis. O projeto quer, posteriormente, dar assistência física e psicológica a estas crianças com profissionais adequados.

Nelson Mandela, um grande líder mundial, especialmente para os africanos, disse certa vez que nunca se deve trair promessas feitas às crianças e que a educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo... Sentíamos que estávamos apenas começando!

Cadastro das Crianças – Parte I

Cadastro das Crianças – Parte I

"É Natal cada vez que você sorri e estende a mão para seu irmão"
Santa Tereza de Calcutá

Depois de um ano em Uganda, aqui estamos nós em MWIZI. Após a campanha que os brasileiros generosamente ajudaram com os medicamentos para os enfermos com AIDS, desta vez voltamos na vila, mas de um jeito diferente: como quem pisa no solo que o Senhor nos deu como lugar de missão, prontas para cadastrar as cinquenta (50) primeiras crianças.

Na noite anterior estávamos bem ansiosas, aguardando este momento. Deixamos tudo pronto porque sairíamos bem cedo no dia seguinte. Os sonhos se tornariam reais. E Deus fora confirmando os nossos passos, como quem dissesse: “Estão no caminho certo, Minhas filhas”.

Nos dias anteriores estava chovendo tanto por aqui. Nesta região de montanha, se chove muito, a gente não consegue chegar. Um dia antes da nossa partida, não caiu uma gota do céu. Vibramos! Nós teríamos boa estrada.
Dessa vez, já não iríamos olhar pelos doentes, mas pelas crianças que estão fora da escola. A paróquia nos acolheu e o pároco designou um líder católico para nos acompanhar e levar até aquelas famílias que mais necessitavam. E para nós não importava qual era a fé que professavam, tanto que encontramos católicos e protestantes.

Para cadastrar estas cinquenta crianças, encontrar as que mais precisam, escolhemos o período de aulas. Poderíamos então observar em quatro dias as casas e em quais delas havia crianças. E as encontramos, em número extraordinário. Algumas estavam apenas paradas, sentadas sobre o chão batido em suas casas. Outras andando pela rua e outras tantas, lavrando a terra.

Foi muito cansativo. Tivemos que andar bastante. Em um dos dias, em que o sol parecia um dos mais escaldantes desta jornada, já eram quase três horas da tarde e não havíamos almoçado ainda. Estávamos em um lugar que foi necessário percorrermos uma longa distância e como o desejo de ir ao encontro destas crianças era grande, nos desatentamos quanto ao horário.

Depois de mais uma casa visitada e finalizada o cadastro, nos levantamos para prosseguir a jornada. Quero dizer, os que estavam comigo levantaram-se. Só lembro-me de dizer a Fabiany: “Faby, eu estou sem forças”. Ela me socorreu rapidamente. Eu não conseguia ver mais nada, tudo estava escuro a minha frente.
Por causa da fraqueza, eu não conseguia ficar de pé; e deitei-me ali mesmo, no mato. Precisei voltar para paróquia. A missão daquele dia tinha-se encerrado pra mim. Hoje damos boas risadas disto, porque me rendeu alguns dias com coceiras pelo corpo.

Em contrapartida, pudemos ver com nossos próprios olhos a situação dessas famílias, ouvir sua história de vida, rezar com elas. A cada formulário que íamos preenchendo, o nosso coração se enchia de compaixão. A cada casa que entrávamos e víamos as condições que viviam, afirmávamos entre nós: “estamos no lugar certo”!

 
 
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